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SHiFT 2006 - Lisboa 28/29 Set
Considerando a plataforma .NET para projectos Web 2.0
SaaS: Strategies to catch The Long Tail
Tutorial on "Patterns of SOA" - Porto/FEUP
SaaS, On-Demand, ASP, Web 2.0, ...

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# Friday, 15 September 2006
Friday, 15 September 2006 09:36:09 (GMT Daylight Time, UTC+01:00) ( Arquitecturas | UX )

A AAPU traz a Portugal uma confêrencia muito interessante, onde reunem não só os "geeks", mas também os autores/jornalistas e os governantes. Não há dúvida que a tecnologia mudou a forma como as pessoas se relacionam entre sí, com as máquinas, com as redes - com efeitos verdadeiramente virais. O programa de sessões é todo dedicado aos serviços web, ao social networking, blogging, wikis, ... 

About SHiFT:

Never before has technology been so much a part of our lives. But we don’t yet know what to expect - nor do we know how it’s going to impact on our lives and lifestyles.

What opportunities are there for integrating technologies into our daily routines? What problems do technologies solve and what problems are they creating for the future? Will technology increase the distances between people, those who have access to technology and those who don’t?

These kinds of questions are on many people’s mind. And yet there isn’t just one answer to most of them. Opening a dialogue is what we want to do in SHIFT.

# Thursday, 07 September 2006
Thursday, 07 September 2006 14:24:45 (GMT Daylight Time, UTC+01:00) ( SaaS | Web )

Reg Cheramy, um conhecido developer LAMP escreveu uma lista com as TOP 13 Reasons to CONSIDER the Microsoft Platform for Web 2.0 development. A lista está mesmo muito bem feita e é claro que tinha de aparecer logo uma resposta. Francamente acho que vale a pena ler o texto todo, tem óptimos links e comentários.

Eu aproveito para adicionar a excelente lista de blogcasts do Luis Abreu (aka LA.Net) sobre ATLAS em  http://curtas.pontonetpt.com/:

Introdução aos UpdatePanels
Utilização de triggers
Utilização do controlo TimerControl
Controlo UpdateProgress
Invocação de métodos de web services
Introdução aos controlos ATLAS
... 

O feed agora suporta enclosures, o que permite ao meu blogreader puxar automaticamente os media para offline playback  subscribed!

# Wednesday, 06 September 2006
Wednesday, 06 September 2006 01:35:00 (GMT Daylight Time, UTC+01:00) ( )

Como primeira leitura sobre Software as a Service (SaaS) recomendo uma visão sobre o modelo económico que normalmente suporta estes serviços. O livro de referência, The Long Tail, é do Chris Anderson (Editor da WIRED) e é um ensaio excelente sobre a oportunidade de servir grandes quantidades de clientes de uma forma rentável.

The Long Tail

No exemplo da Amazon ele explica que normalmente os lojistas tradicionais só se concentram nos livros mais conhecidos, algumas megastores conseguem ter 130.000 títulos, mas o mais incrível é que a Amazon faz muito mais dinheiro nos outros títulos com ranking abaixo dessa fasquia. Isto porque conseguem armazenar em grandes variedades e podem enviar a partir de qualquer um dos seus grandes armazens. Para o cliente o nível de serviço prececionado é praticamente o mesmo. O lojista tradicional não consegue ter todos os títulos na loja para entrega imediata.

Aplicando o mesmo conceito nas aplicações de negócio complexas, também o ISV tradicional não passa abaixo de uma determinada fasquia (Custo do cliente adicional) e portanto é comum ouvir argumentos como "O SAP corre em 19 das empresas do PSI-20" - o que é incrível mas, a oportunidade da long-tail neste caso é bem maior e garantidamente nenhum vendedor da SAP vai tentar vender um R/3 a uma PME Portuguesa. Tudo porque o esforço comercial, mais os projectos de analise, de parametrização, desenvolvimentos adicionais, operação, licença iniciais e manutenções, tudo somado é caro demais para o valor que um cliente destes espera retirar de um ERP.

 

Podíamos ainda discutir os fenómenos de Social Networking, Referals, Ad-suported e outras estratégias de Marketing viral mas tudo isso só nos aumenta a necessidade de servir grandes quantidades de clientes de uma forma cada vez mais eficiente. Aqui o problema é que esse sucesso nas vendas coloca uma pressão tão grande no serviço que provavelmente criaria uma catástrofe no serviço prestado (largura de banda, tempo de resposta, serviço a clientes, ...)

Então é só uma questão de baixar aquela linha e já podemos endereçar aquele mercado enorme? Dizer deve ser mais fácil que fazer e por isso é que começaram a surgir uma série de papers sobre as estratégias para arquitectar este tipo de soluções. Não chega colocar o software online ou num Application Service Provider (ASP). Existem desafios em termos de escalabilidade/hosting, parametrizações (per Tenent), localização, billing, etc... que só são possíveis de endereçar na arquitectura da solução.

Para introdução ao conceito (Long Tail) e um conjunto de recomendações sobre a arquitectura destes serviços recomendo este paper do Fred Chong e do Gianpaolo Carraro:

Architecture Strategies for Catching the Long Tail

# Monday, 04 September 2006
Monday, 04 September 2006 17:21:09 (GMT Daylight Time, UTC+01:00) ( )

Um pouco em cima da hora e por isso também não consigo lá ir, mas de qualquer forma aqui fica o convite do Ademar Aguiar (via Paulo Sousa):

Tutorial on "Patterns of Service-Oriented Architecture"

by Dr. Uwe Zdun, Vienna University of Technology

Wednesday, 6th September 2006, from 9h30 to 13h00 - Registration list!

Abstract

This tutorial explains service-oriented architectures in a technology neutral way using software patterns. It aims at explaining the fundamental concepts of service-oriented architectures in an architecture-centric way.

At the same time, by using patterns as a technique to convey these concepts, the tutorial also provides a practical guideline how to apply these concepts in a concrete technology setting.

The tutorial aims at providing architectural guidance for architects, developers, and researchers to both understand and develop sustainable service-oriented architectures.

Outline
  • Overview: SOA, Patterns, Reference Architectures
  • Architectural principles of service-oriented architectures:
  • Basic Service Architecture and SOA Layers
  • Service contracts
  • Service interface and adapter
  • Service adaptation
  • SOA and business processes
  • Architectural styles for assembling SOAs
# Friday, 01 September 2006
Friday, 01 September 2006 01:04:00 (GMT Daylight Time, UTC+01:00) ( SaaS )

Começo hoje uma nova categoria neste blog, e provavelmente a primeira mudança editorial desde que o tornei publico lá por volta das primeiras versões do WSE (Web Services Enhancements). Nessa altura procurava documentar algo que sentia que estava a mudar na forma como as aplicações seriam construídas. Começava a fazer todo o sentido desacoplar clientes e servidores, tornar independentes dos protocolos de comunicação aspectos ortogonais ao conteúdo (payload) como:

  • a serialização (xml?),
  • a segurança (WS-Security?),
  • o transporte (HTTP, SMTP?),
  • a latência (Queued, Pub/Sub, Event-driven?), ...

Assim, seria necessário repensar a forma de implementar aplicações de uma forma muito mais Message Based e Autonoma e começamos a falar em SOA e os Princípios, etc...

É interessante constatar que na altura o grande fantasma ainda era a interoperabilidade e então vendia-se estas idéias prometendo um futuro sem dependências, onde todos os application servers seriam fáceis de ligar entre si. Francamente não era isto que me entusiasmava mais, mas sim a idéia de compor aplicações usando outros serviços na rede interna e externa. O problema era encontrar os bons exemplos que justificassem esse valor acrescentado – e tantas vezes acabamos a procurar endpoints no UDDI e noutros sites.

Entretanto aconteceram iniciativas como o Hailstorm e todo o mercado reagiu muito mal, vivia-se um medo que a privacidade fosse devassada e surge um novo fantasma – aparentemente só sobre a Microsoft porque outros parecem não ter esse problema.

É nesta janela de oportunidade que o mercado vê nascer um novo hype brutal à volta do velho browser. Arranja-se um hack com scripting (AJAX) e começam a surgir um montão de soluções hosted online. Já não interessa se os  protocolos são seguros, se o source é aberto ou fechado, se não passa de beta, se os dados estão ou não a ser minados, se as empresas de publicidade estão em euforia total – não se passa nada pois está em curso a revolução Web 2.0! parece tudo gratuito e portanto só pode ser good enougth.

Chega de história, voltemos à nova categoria, pois eu prometo focar-me mais naqueles que podem ser os desafios para os que estão a olhar para isto, não como consumidores, mas como empreendedores e criadores de novas soluções:

  • Software+Serviços: Potenciar os serviços online com um excelente suporte local- a User eXperience (UX) via software local, mobile, tablet, voice & hand recognition, Sensors/GPS/RFID, Occasionally Connected (Offline), Social Networking
  • Long Tail: Massificação, Automation/Provisioning, Data Mining, Hosting Providers
  • Architecture/Development: DSLs, Meta-Languages, Multi-Tenant DBs, Partitioning, SaaS Providers/Platforms

Talvez não seja muito diferente dos iniciais Web Services e Arquitecturas, apenas estou a subir de viewpoint tecnologico para um muito mais de estratégia e negócio.

E para começar estou aqui a usar o Windows Live Writer (Beta) no Alfa a caminho do Porto, já dormi um pouco enquanto ouvia uns podcasts com um Creative Nano - como seria esta experiência se tivesse de estar online para ouvir musica e para escrever, corrigir e linkar um post? Certamente os operadores telecomunicações têm uma visão diferente :-)