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# Monday, November 24, 2003
Monday, November 24, 2003 12:42:34 PM (GMT Standard Time, UTC+00:00) ( Web Services )

Amazon, Ebay, Google e outros já o fazem há algum tempo. Portugal também já tens os seus casos de sucesso. Está na altura de muitas outras empresas começarem a expor serviços para o exterior - vêm aí oportunidades interessantes e essa é a base para muitas dessas novas aplicações.

Desta vez é a Vodafone a lançar um conjunto de Web Services. Juntamente com a Microsoft estão a promover um concurso para novas aplicações que integrem com o operador de comunicações. Os prémios parecem interessantes e acima de tudo a projecção que este tipo de concurso pode dar é sem dúvida uma grande oportunidade.

# Friday, November 14, 2003
Friday, November 14, 2003 12:53:23 PM (GMT Standard Time, UTC+00:00) ( PDC 2003 | SAF 2003 | Sync/Offline | Web Services )

Durante as sessões que assisti sobre WinFS e sobre Sincronização/Offline sempre me suscitou curiosidade qual seria a reacção da Groove Networks perante a evolução dos mecanismos de replicação que está acontecer na próxima versão do Windows.

Pois o criador do Lotus Notes, que também esteve no PDC e no SAF, respondeu a todas as minhas questões durante uma entrevista para a EWeek:
Ray Ozzie on Longhorn & Groove Networks

As relações entre WinFS, Offline Syncronization, Peer-to-PeerIndigo são muito interessantes e esperemos que fique cada vez mais simples fazer aplicações offline "expertas".

# Thursday, November 13, 2003
Thursday, November 13, 2003 12:39:41 PM (GMT Standard Time, UTC+00:00) ( Web Services )

Enquanto não existiam melhores alternativas fomos desenvolvendo os primeiros web services "seguros" usando por exemplo SSL para a confidencialidade. No entanto em muitas situações o transporte não é necessariamente HTTP, nem é síncrono, nem é ponto-a-ponto e rapidamente descobrimos que precisamos de algo mais "message-oriented". Com o evoluir das soluções para arquitecturas mais orientadas a serviços (SOA) e com a implementação nas empresas dos Enterprise Service Bus (ESB) começamos a usar cada vez mais intermediários na comunicação que podem participar em diferentes aspectos do transporte: autenticações, assinaturas, confidencialidade, encaminhamento, nível de serviço, respostas, etc...

Se em termos estratégicos ninguém tem dúvidas que o caminho a seguir passa pela utilização de soluções tipo WS-Security podemos ainda discutir se hoje já todas as plataformas suportam estas especificações e se realmente é fácil tirar partido disto. Eu não conheço muitas plataformas mas da minha experiência prática, usar o Web Services Enhancements (WSE) parece-me bastante simples. Estou convencido que é mais rápido implementar toda um politica de segurança usando por exemplo UsernameToken (shared secret) para cifrar a mensagem, do que pedir um SSL a uma qualquer entidade de certificação.

Este tema foi muito bem tratado pelo CDBi Forum: COMMENTARY - IGNORE THE WS SECURITY STANDARDS?

# Wednesday, November 12, 2003
Wednesday, November 12, 2003 12:51:29 PM (GMT Standard Time, UTC+00:00) ( )

Embora pouco badalada no PDC, um dos anúncios mais importantes para mim foi a Dynamic Systems Initiative (DSI). O objectivo aqui é induzir tanto a Microsoft como o resto da indústria na criação de soluções que reduzam a complexidade de desenho, implementação e operação dos sistemas distribuídos. Com esta iniciativa aparece o System Definition Model (SDM), exactamente um dos sub-sistemas mais importantes para o Whitehorse.

A informação que vai no SDM de uma aplicação pode ser usado em todo o seu ciclo de vida:

  • SDM no desenho: Durante esta fase muitos dos requisitos, configurações, serviços e politicas de operação podem ficar aqui explicitamente definidos.
  • SDM na implementação: Se as restrições de operações forem impostas pelo datacenter (por exemplo num ASP), a ferramenta de desenvolvimento pode evidenciar os constrains logo na compilação da solução.
  • SDM no setup: A quando da instalação este modelo pode ser usado para alocar dinamicamente os recursos necessários e fazer automaticamente todas as configurações. Por exemplo instalar e configurar o front-end web em todas as maquinas de um webfarm.
  • SDM nas operações: Usando as definições da aplicação, os novos sistemas de gestão poderão monitorizar os sinais vitais da aplicação e desencadear re-alocações de recursos dinamicamente. Por exemplo retirar servidores do webfarm "Browse de Catálogo" para o webfarm "checkout" automaticamente.

Embora muitas destas funcionalidades estejam agendadas apenas para futuros produtos, hoje já é possível desenvolver sistemas enriquecidos pelo menos com estes modelos SDM: Health Model, Task Model e Status Model

Empresas como a CA, Dell, EDS, Fujitsu-Siemens, HP, IBM, NEC, etc. também já estão a fazer desenvolvimentos com o SDM.

# Wednesday, November 05, 2003
Wednesday, November 05, 2003 1:06:04 AM (GMT Standard Time, UTC+00:00) ( SAF 2003 )

Pela primeira vez estou a participar num evento dedicado a "Strategic Architects" e tenho tido poucas oportunidades para escrever aqui no weblog. As sessões principais têm sido idênticas às do Architecture Symposium do PDC mas é nas discussões temáticas que se encontra um ambiente único de diálogo entre clientes e os principais arquitectos das novas frameworks Microsoft. Hoje fui moderador de um painel sobre "Segurança: Boas Praticas" onde ~12 clientes estiveram numa animada discussão com J. D. Meier, autor de um dos recentes livros dos Patterns & Practices: Improving Web Application Security: Threats and Countermeasures.

Entretanto conheci também o Harry Pierson, autor do http://www.devhawk.net e de um RSS add-in para Sharepoint/WSS entre outras coisas. Ele agora está a começar a comunidade online de Arquitectos. Depois de uma conversa sobre localização e comunidades locais parece que ele veio testar a tradução do meu weblog usando o babelfish.