Navigation

Search

Categories

On this page

Offline Application Block
Biztalk 2004: Lançamento
XATA'2004: Slides e Links
XATA'2004: SOA e WS-*
Domain-Specific Modeling
Biztalk Server 2004 para Premier Services
TheServerSide.NET: Autonomous Services
Consultadoria de borla
longhorn: o futuro do windows (client)
Mais eBooks com recomendações
Jornal para Arquitectos
Ward Cunningham e outros links sobre Patterns
Encontro de Arquitectos - Apresentações
Encontro de Arquitectos
FABRIQ
HP Global Gateway Services
Vodafone Mobile Web Services
Ray Ozzie comenta o Longhorn
SSL ou WS-Security?
Design for Operations

Archive

Blogroll

Disclaimer
The opinions expressed herein are my own personal opinions and do not represent my employer's view in any way.



RSS 2.0 | Atom 1.0 | CDF

Send mail to the author(s) E-mail

Total Posts: 119
This Year: 1
This Month: 0
This Week: 0
Comments: 35

Sign In
Pick a theme:

# Tuesday, March 02, 2004
Tuesday, March 02, 2004 4:20:46 PM (GMT Standard Time, UTC+00:00) ( Arquitecturas | Patterns | Sync/Offline | Web Services )

Trata-se de mais um bloco de código reutilizável e um conjunto de exemplos que demonstram como fazer aplicações que funcionam online e offline. Com este bloco a aplicação consegue detectar o estado da ligação, guardar dados em cache para utilização offline, e sincronizar dados e tarefas com os servidores assim que a aplicação ficar online.

O objectivo é fugir dos modelos de merge-replication (tightly-coupled) e desenhar sim interacções baseadas em mensagens (SOA) desacopladas. Esta framework usa um mecanismo de store & forward para guardar as mensagens pendentes. Desta forma muitas das complexidades deste tipo de aplicação ficam praticamente transparentes para o developer.

Para trabalhar offline o DataLoaderManager faz download dos dados de referencia necessários. Depois o ReferenceDataCache é usado sempre que o acesso online não está disponível.

Durante o funcionamento offline também é possível preencher tasks (UIP) e a sua efectivação (ex: post para um Web Service) fica queued no Application Service Agent até o ConnectionManager determinar que é possível fazer o upload dos dados.

Acho que este bloco vai ser uma excelente framework não só para aplicações rich-client/mobile mas até mesmo para construir Autonomous Services. Imaginem uma loja online (reference data = catálogo de produtos) que está a aceitar encomendas (task = carrinho de compras) mesmo quando os servidores (armazém/distribuição) estão indisponíveis. Existem muitas aplicações web que ficariam muito mais robustas e escaláveis se o site fosse fácil de replicar por data centers remotos. E o resultado das aplicações fosse uma simples menssagem para um web service assíncrono.

O source code foi desenvolvido neste workspace e bloco já está no msdn para download

Tuesday, March 02, 2004 1:13:14 PM (GMT Standard Time, UTC+00:00) ( Biztalk )

Fica hoje disponível para download o Biztalk Server 2004. Esta semana estão agendados vários webcasts sobre o produto: (Quem perder as sessões live pode sempre assistir às gravações)

Começa agora um concurso para developers e que vai durar até 31 de Agosto. O detalhes/regras/reqiusitos/prémios estão aqui neste BTS2004DeveloperCompetition.doc(.zip).

O site do Scott Woodgate é um excelente blog para acompanhar o Biztalk, bem como o workspace da equipa no GotDotNet.com.

NOTA: Já fiz upload da apresentação sobre Biztalk 2004

# Friday, February 13, 2004
Friday, February 13, 2004 11:35:48 PM (GMT Standard Time, UTC+00:00) ( Apresentações | Arquitecturas | Web Services )

Novas Arquitecturas baseadas em Web Services - joseas - Fev04.ppt (2.22 MB)

Alguns links úteis sobre os temas em que estive envolvido durante a conferência.

Interop XML/SOAP/WSDL/WS-*
No ínicio do SOAP, grupos de utilizadores como o http://soapbuilders.org, fizeram testes de interoperabilidade entre as diferentes implementações de SOAP. Agora esse trabalho é todo feito nos workshops e mais tarde no http://ws-i.org/.

XML na análise multidimensional
Já existe uma spec para query de motores OLAP usando HTTP/XML:

XML e Metainformação
Com o próximo windows (codename Longhorn) vai aparecer em todos os desktops um storage hierarquico e rico em metadados chamado WinFS. Gostava de estudar possíveis relações de Topic Maps com o WinFS; Criação de UI 3D de navegação em RDFs usando Avalon/XAML.

Web Services e Informação Geográfica
Existe um concept video do longhorn que apresenta algumas ideias para web services sobre GIS. O MapPoint.NET é um exemplo real da utilização de web services nesta área.

# Wednesday, February 11, 2004
Wednesday, February 11, 2004 1:31:11 AM (GMT Standard Time, UTC+00:00) ( Apresentações | Arquitecturas | Web Services )

Esta semana vou participar no XATA2004 com o tema Novas Arquitecturas baseadas em Web Services:

"Ao longo do tempo, o nível de abstracção a que as funcionalidades são especificadas, publicadas e consumidas tem vindo a elevar-se gradualmente. Progredimos com os módulos, objectos (OO), componentes (CBD) e agora procuramos expor serviços (SOA). Embora estas arquitecturas orientadas para serviços não sejam novidade, foi a adopção generalizada dos XML Web Services (SOAP) por toda a indústria que fez renascer o interesse neste modelo.

Diferentes empresas estão a descobrir nos Web Services a solução para uma maior interoperabilidade, redução de dependências e uma forma de agilizar os seus sistemas. No entanto, mesmo com web services, também é possível implementar arquitecturas demasiado acopladas e síncronas, que mais se assemelham aos Remotings tradicionais (RPC).

Nesta sessão procuramos ainda fazer um ponto de situação das especificações e ferramentas que nos vão permitir implementar soluções transaccionais, robustas e seguras usando o SOAP."

# Tuesday, February 10, 2004
Tuesday, February 10, 2004 12:02:29 AM (GMT Standard Time, UTC+00:00) ( Arquitecturas | Patterns )

Desde o PDC que é publico que a Microsoft está a tomar uma aproximação divergente da stack OMG para MDA. E isso ficou também documentado neste artigo do mesmo Keith Short que fez a sessão no PDC. Recentemente o Steve Cook (ex.IBM) e um dos “central contributer” para o UML, publicou este paper sobre Domain-Specific Modeling and Model Driven Architecture onde se pode ler coisas como:

  • MDA is misnamed: it is not an architecture at all; it is a standardized approach to model-driven development based on abstraction of platform similarities. As promoted by the OMG, it does not address the broader issues involved in using integrated models, patterns, frameworks, and tools synergistically to support software product lines. Furthermore ... the fact that the MDA is based on the use of the UML and MOF specifications restricts its usefulness even more. [pág 6]
  • At Microsoft, we firmly believe that modeling is an increasingly important aspect of the software development process, and we will integrate support for modeling into forthcoming releases of Microsoft Visual Studio. We believe that it is essential to design modeling languages very carefully to suit the skills of their target users: we intend to delight our users by giving them an experience of modeling that is intuitive, agile, productive, and seamless. We are targeting our first modeling products at areas that we believe will give most immediate benefit to our customers. At the recent Microsoft Professional Developers’ conference, we announced modeling tools–we call them designers–that help the developer to design and deploy distributed service-oriented applications. [pág 5]

O “designer” SOA a que ele se refere é o mesmo que já anunciei aqui. Entretanto recomendo também estes postings do Martin Fowler, Michael Platt e do Harry Pierson de onde retirei estes quotes.

Desde que conheci o ORM que comecei a achar o UML demasiado complexo para o comum dos domain experts que normalmente faz o papel de cliente (pagador) e que devia conseguir validar o modelo. A verdade é que em determinados domínios deveria ser possível usar esquemas mais intuitivos e mais adequados ao problema que se quer modelar. Assim, o que vamos ter no Visual Studio, é uma infra-estrutura para suportar diferentes designers mas cujos metadados recolhidos vão ser usados na geração e/ou execução da aplicação. Mas não se preocupem que os diagramas mais comuns (ex. class diagram) vão estar lá de base também. Penso que não é uma questão de estar contra o UML 2.0 mas sim de não querer estar constrangido pelos modelos de extensibilidade do UML.

Recomendo este paper Domain-Specific Modeling and Model Driven Architecture (pdf 10pág.) author:

  • Steve Cook is a Software Architect in the Enterprise Frameworks and Tools group at Microsoft, which he joined at the beginning of 2003. Previously he was a Distinguished Engineer at IBM, whom he represented in the UML 2.0 specification process at the OMG. He has worked in the IT industry for almost 30 years, as architect, programmer, consultant and teacher, and has focused on modeling languages and tools since the 1980s. He has published a book and many papers and articles on software-related topics.
# Friday, February 06, 2004
Friday, February 06, 2004 12:51:08 PM (GMT Standard Time, UTC+00:00) ( Apresentações | Biztalk | Web Services )

Esta manhã estivemos, eu e o Vasco Veiga, a apresentar o Biztalk Server 2004 para os clientes Premier Services. Aqui podem fazer download dos slides.

2004-02-06 Biztalk 2004 intro joseas vascov Premier.ppt (3.65 MB)
# Wednesday, February 04, 2004
Wednesday, February 04, 2004 2:41:53 AM (GMT Standard Time, UTC+00:00) ( Arquitecturas | Patterns | PDC 2003 | Web Services )

Este novo site, gémeo do famoso portal da comunidade Java, está a começar muito bem e já se encontram aqui bons artigos. Recomendo o Autonomous Services and The New Information Architecture. É uma excelente compilação de temas relacionados com a evolução das tradicionais noções n-tier (DNA) para serviços autónomos. Descreve, por exemplo, como pode ser modelada a arquitectura dos dados nestas soluções: Request/Response Data, Reference Data, Activity Data & Resource Data. Está muito inspirado nas sessões do Architecture Symposium.

Neste site também se pode encontrar alguns capítulos do novo Patterns & Practices sobre Performance, por exemplo Improving Web Services Performance. E uma entrevista ao "pai" de muitas das coisas que se discutem neste blog: Don Box - Indigo Architect.

# Monday, January 26, 2004
Monday, January 26, 2004 3:17:08 PM (GMT Standard Time, UTC+00:00) ( Longhorn )
À semelhança de eventos anteriores, estou a organizar reuniões privadas com os oradores do evento sobre "longhorn", a 9 de Fevereiro. A lista com os temas deles, bem como a biografia resumida está no site do evento. Para mais informações...
# Monday, January 19, 2004
Monday, January 19, 2004 5:49:48 PM (GMT Standard Time, UTC+00:00) ( Longhorn )

Embora ainda algo distante no tempo, esta é a altura em que muitos de nós começam a estudar o potencial da nova plataforma. Enquanto a atenção de muitos se vai centrar no interface "AVALON", eu gostaria de recomendar as áreas do  plumbing "INDIGO"; do novo storage "WinFS" com todo o seu potencial (XmlSchemas) na descrição dos objectos e nas relações que pontenciam um conjunto de aplicações novas. Mas como não há nada como ver os conceitos na prática, no MSDN estão a ser publicados cenários de aplicações:

No dia 9 de Fevereiro não vou perder o Longhorn Developer Preview no Centro de Congressos do Estoril. Alias, já estou inscrito ;-)

Entretanto, a comunidade está bem activa desde o PDC e o melhor sitio para sentir essa vibração é o http://longhornblogs.com.

Em Portugal também já se pode encontrar outros bloggers .NET e provavelmente este vai ser o primeiro encontro para conhecer esta malta. Só falta agora arranjar umas t-shirts giras.

# Wednesday, January 14, 2004
Wednesday, January 14, 2004 12:39:09 AM (GMT Standard Time, UTC+00:00) ( Patterns )

Foram publicados recentemente mais dois guias no Patterns & Practices:

# Wednesday, December 17, 2003
Wednesday, December 17, 2003 12:35:42 PM (GMT Standard Time, UTC+00:00) ( Arquitecturas )

Já está online a primeira edição desta publicação dirigida aos Arquitectos TI europeus.

Os artigos publicados são submetidos por clientes, e o editor Arvinda Sehmi que esteve recentemente em Portugal, deixou o convite para que os investigadores nacionais participassem também com a sua experiência.

Tópicos seleccionados para o número 1:

site: http://www.theArchitectJournal.com
pdf: http://www.thearchitectjournal.com/Journal/issue1/docs/MS%20EMEA%20Architects%20Journal%20-%20Issue1%20-%20A4.pdf (em formato reduzido para A4)

# Tuesday, December 16, 2003
Tuesday, December 16, 2003 12:05:01 PM (GMT Standard Time, UTC+00:00) ( Patterns )

Este mês fica marcado com a entrada do Ward Cunningham para o grupo de patterns & practices. Ele é o pai do conceito wiki, do Portland Pattern Repository e do Hillside.net. Foi também um dos colaboradores no desenvolvimento do eXtreme Programming (XP) e de outras metodologias ágeis. Os amigos não querem crer é até existe uma lista de recomendações para o seu novo emprego.

Vou juntar aqui um conjunto de links que me parecem úteis sobre o tema dos patterns. Os livros Patterns & Practices estão disponíveis na amazon bem como outros muito recentes e que me parecem bem práticos para quem está a desenvolver aplicações empresariais:

cover Patterns of Enterprise Application Architecture
Martin Fowler

cover Enterprise Solution Patterns
David Trowbridge, ...

Vídeo TechEd'03
http://microsoft.sitestream.com/DEV/DEV361_files/default.htm

 

 

Este ainda não o tenho mas já está na minha wishlist ;-)

EIPatterns Enterprise Integration Patterns : Designing, Building, and Deploying Messaging Solutions
Gregor Hohpe, Bobby Woolf

http://eaipatterns.com/

 

 

Vídeos da sessão do ano passado do "EMEA Architect Tour" gravados na Finlândia: http://www.dotnetmaailma.com/dotnetmaailma/seminaarit/online/EMEA+Architects+Tour.htm

E a implementação em C# dos clássicos Gang of Four (GoF):
http://www.dofactory.com/Patterns/Patterns.aspx 

# Monday, December 15, 2003
Monday, December 15, 2003 3:39:06 PM (GMT Standard Time, UTC+00:00) ( Apresentações | Patterns )

A minha introdução às patterns e à forma como a Microsoft está a organizar este catálogo para aplicações empresariais:
EnterpriseSolutionPatterns joseas dec03.ppt (3.02 MB)

As outras 3 sessões estão disponíveis no http://www.theArchitectExchange.com na área "Architect Forum":
http://www.thearchitectexchange.com/uploads/Architect Forum Tour 2004 (core).zip

Stuart Crawford, Enterprise Architect da CGE&Y, apresentou "Architecting for Business Agility"

Arvindra Sehmi, Architect na Microsoft EMEA, falou sobre "Abstract Queuing Nets and The Agile Machine"

Clemens Vasters, CTO Newtelligence AG, mostrou-nos "Message-Oriented Distributed Systems: Motivations and Impact of a New Business Imperative"

# Wednesday, December 10, 2003
Wednesday, December 10, 2003 9:27:46 AM (GMT Standard Time, UTC+00:00) ( Apresentações | Patterns )

Os powerpoints vão ficar todos disponíveis nos próximos dias. Como prometido aqui vai o link para a apresentação de patterns.

EnterpriseSolutionPatterns joseas dec03.ppt (3.02 MB)
# Friday, December 05, 2003
Friday, December 05, 2003 8:40:06 PM (GMT Standard Time, UTC+00:00) ( Web Services )

Do weblog do Clemens Vasters:

The goal of this project, code-named “FABRIQ”, is to create a special-purpose, high-performance, service-oriented, one-way messaging infrastructure for queuing networks, agents and agile computing. It’s not a Microsoft product. It’s an architecture blue-print backed by code that we write so that customers don’t need to – at least that’s the plan.

Para os felizardos que conseguiram lugar no encontro de arquitectos, aqui vai mais uma boa noticia: Tanto o Clemens Vasters como o Arvindra Sehmi, vão estar em Lisboa para o evento.

# Tuesday, December 02, 2003
Tuesday, December 02, 2003 9:46:22 AM (GMT Standard Time, UTC+00:00) ( Web Services )

Durante o Gartner Application and Integration Conference foi apresentado este interessante caso de sucesso com a adopcção de Web Services/SOA. Cerca de 200 front-ends de comércio da HP, incluindo mais de 80 lojas online, passam agora a usar um serviço partilhado de deteção de fraude. As reduções nas fraudes já vão em 80% para um projecto de 6 semanas x 2 developers.

Recomendo este powerpoint, bem como o post da Rebbeca Dias, Product Manager dos WSE.

# Monday, November 24, 2003
Monday, November 24, 2003 12:42:34 PM (GMT Standard Time, UTC+00:00) ( Web Services )

Amazon, Ebay, Google e outros já o fazem há algum tempo. Portugal também já tens os seus casos de sucesso. Está na altura de muitas outras empresas começarem a expor serviços para o exterior - vêm aí oportunidades interessantes e essa é a base para muitas dessas novas aplicações.

Desta vez é a Vodafone a lançar um conjunto de Web Services. Juntamente com a Microsoft estão a promover um concurso para novas aplicações que integrem com o operador de comunicações. Os prémios parecem interessantes e acima de tudo a projecção que este tipo de concurso pode dar é sem dúvida uma grande oportunidade.

# Friday, November 14, 2003
Friday, November 14, 2003 12:53:23 PM (GMT Standard Time, UTC+00:00) ( PDC 2003 | SAF 2003 | Sync/Offline | Web Services )

Durante as sessões que assisti sobre WinFS e sobre Sincronização/Offline sempre me suscitou curiosidade qual seria a reacção da Groove Networks perante a evolução dos mecanismos de replicação que está acontecer na próxima versão do Windows.

Pois o criador do Lotus Notes, que também esteve no PDC e no SAF, respondeu a todas as minhas questões durante uma entrevista para a EWeek:
Ray Ozzie on Longhorn & Groove Networks

As relações entre WinFS, Offline Syncronization, Peer-to-PeerIndigo são muito interessantes e esperemos que fique cada vez mais simples fazer aplicações offline "expertas".

# Thursday, November 13, 2003
Thursday, November 13, 2003 12:39:41 PM (GMT Standard Time, UTC+00:00) ( Web Services )

Enquanto não existiam melhores alternativas fomos desenvolvendo os primeiros web services "seguros" usando por exemplo SSL para a confidencialidade. No entanto em muitas situações o transporte não é necessariamente HTTP, nem é síncrono, nem é ponto-a-ponto e rapidamente descobrimos que precisamos de algo mais "message-oriented". Com o evoluir das soluções para arquitecturas mais orientadas a serviços (SOA) e com a implementação nas empresas dos Enterprise Service Bus (ESB) começamos a usar cada vez mais intermediários na comunicação que podem participar em diferentes aspectos do transporte: autenticações, assinaturas, confidencialidade, encaminhamento, nível de serviço, respostas, etc...

Se em termos estratégicos ninguém tem dúvidas que o caminho a seguir passa pela utilização de soluções tipo WS-Security podemos ainda discutir se hoje já todas as plataformas suportam estas especificações e se realmente é fácil tirar partido disto. Eu não conheço muitas plataformas mas da minha experiência prática, usar o Web Services Enhancements (WSE) parece-me bastante simples. Estou convencido que é mais rápido implementar toda um politica de segurança usando por exemplo UsernameToken (shared secret) para cifrar a mensagem, do que pedir um SSL a uma qualquer entidade de certificação.

Este tema foi muito bem tratado pelo CDBi Forum: COMMENTARY - IGNORE THE WS SECURITY STANDARDS?

# Wednesday, November 12, 2003
Wednesday, November 12, 2003 12:51:29 PM (GMT Standard Time, UTC+00:00) ( )

Embora pouco badalada no PDC, um dos anúncios mais importantes para mim foi a Dynamic Systems Initiative (DSI). O objectivo aqui é induzir tanto a Microsoft como o resto da indústria na criação de soluções que reduzam a complexidade de desenho, implementação e operação dos sistemas distribuídos. Com esta iniciativa aparece o System Definition Model (SDM), exactamente um dos sub-sistemas mais importantes para o Whitehorse.

A informação que vai no SDM de uma aplicação pode ser usado em todo o seu ciclo de vida:

  • SDM no desenho: Durante esta fase muitos dos requisitos, configurações, serviços e politicas de operação podem ficar aqui explicitamente definidos.
  • SDM na implementação: Se as restrições de operações forem impostas pelo datacenter (por exemplo num ASP), a ferramenta de desenvolvimento pode evidenciar os constrains logo na compilação da solução.
  • SDM no setup: A quando da instalação este modelo pode ser usado para alocar dinamicamente os recursos necessários e fazer automaticamente todas as configurações. Por exemplo instalar e configurar o front-end web em todas as maquinas de um webfarm.
  • SDM nas operações: Usando as definições da aplicação, os novos sistemas de gestão poderão monitorizar os sinais vitais da aplicação e desencadear re-alocações de recursos dinamicamente. Por exemplo retirar servidores do webfarm "Browse de Catálogo" para o webfarm "checkout" automaticamente.

Embora muitas destas funcionalidades estejam agendadas apenas para futuros produtos, hoje já é possível desenvolver sistemas enriquecidos pelo menos com estes modelos SDM: Health Model, Task Model e Status Model

Empresas como a CA, Dell, EDS, Fujitsu-Siemens, HP, IBM, NEC, etc. também já estão a fazer desenvolvimentos com o SDM.