Embora pouco badalada no PDC, um dos anúncios mais importantes para mim foi a Dynamic Systems Initiative (DSI). O objectivo aqui é induzir tanto a Microsoft como o resto da indústria na criação de soluções que reduzam a complexidade de desenho, implementação e operação dos sistemas distribuídos. Com esta iniciativa aparece o System Definition Model (SDM), exactamente um dos sub-sistemas mais importantes para o Whitehorse.
A informação que vai no SDM de uma aplicação pode ser usado em todo o seu ciclo de vida:
- SDM no desenho: Durante esta fase muitos dos requisitos, configurações, serviços e politicas de operação podem ficar aqui explicitamente definidos.
- SDM na implementação: Se as restrições de operações forem impostas pelo datacenter (por exemplo num ASP), a ferramenta de desenvolvimento pode evidenciar os constrains logo na compilação da solução.
- SDM no setup: A quando da instalação este modelo pode ser usado para alocar dinamicamente os recursos necessários e fazer automaticamente todas as configurações. Por exemplo instalar e configurar o front-end web em todas as maquinas de um webfarm.
- SDM nas operações: Usando as definições da aplicação, os novos sistemas de gestão poderão monitorizar os sinais vitais da aplicação e desencadear re-alocações de recursos dinamicamente. Por exemplo retirar servidores do webfarm "Browse de Catálogo" para o webfarm "checkout" automaticamente.
Embora muitas destas funcionalidades estejam agendadas apenas para futuros produtos, hoje já é possível desenvolver sistemas enriquecidos pelo menos com estes modelos SDM: Health Model, Task Model e Status Model
Empresas como a CA, Dell, EDS, Fujitsu-Siemens, HP, IBM, NEC, etc. também já estão a fazer desenvolvimentos com o SDM.